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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

é verissímo...






Eu sempre perdou os meus inimigos....

                        mas nunca  esqueço o nome deles!!!



bjssssssssssssssss

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Bem , tem algo parecido rsrrs

 
 
 
Preciso admitir, sou anti-social. Muito irônica, um pouco grossa e de vez em quando meiga. Gosto do meu lado apaixonada, mas quase nunca aparece. E meu lado safada chega a me assustar, mas quem não tem? Protetora e ciumenta ao extremo. Tenho um gênio difícil e um temperamento forte. Às vezes barraqueira, outras vezes calma até demais. Dura como pedra e frágil como vidro. Um poço de orgulho. E mais conhecida como a rainha dos dramas. É, essa sou eu. E sabe de uma coisa? Ainda tem gente que gosta.... E como gosta rsrrss!!!!
 
 
bjssssssssssss


terça-feira, 7 de agosto de 2012

Pois é...




Toda máscara tem um buraco. 

                         E é por ele que a verdade escapa.....


bjsssssssssssssssssss

domingo, 5 de agosto de 2012

é assim



Eu sou assim,quero tudo e quero agora...

Uns chamam de mimada,

                                    mas eu prefiro DECIDIDA !

Clarice Lispector


bjsssssssssssssssssss 

sábado, 4 de agosto de 2012

E viva Paulo Freire!!!

 
 
Vocês conhecem alguém que tenha sido alfabetizado pelo método Paulo Freire? Alguma dessas raras criaturas, se é que existem, chegou a demonstrar competência em qualquer área de atividade técnica, científica, artística ou humanística? Nem precisam responder. Todo mundo já sabe que, pelo critério de “pelos frutos os conhecereis”, o célebre Paulo Freire é um ilustre desconhecido.
As técnicas que ele inventou foram aplicadas no Brasil, no Chile, na Guiné-Bissau, em Porto Rico e outros lugares. Não produziram nenhuma redução das taxas de analfabetismo em parte alguma.
Produziram, no entanto, um florescimento espetacular de louvores em todos os partidos e movimentos comunistas do mundo. O homem foi celebrado como gênio, santo e profeta.
Isso foi no começo. A passagem das décadas trouxe, a despeito de todos os amortecedores publicitários, corporativos e partidários, o choque de realidade. Eis algumas das conclusões a que chegaram, por experiência, os colaboradores e admiradores do sr. Freire:
“Não há originalidade no que ele diz, é a mesma conversa de sempre. Sua alternativa à perspectiva global é retórica bolorenta. Ele é um teórico político e ideológico, não um educador.” (John Egerton, “Searching for Freire”, Saturday Review of Education, Abril de 1973.)
“Ele deixa questões básicas sem resposta. Não poderia a ‘conscientização’ ser um outro modo de anestesiar e manipular as massas? Que novos controles sociais, fora os simples verbalismos, serão usados para implementar sua política social? Como Freire concilia a sua ideologia humanista e libertadora com a conclusão lógica da sua pedagogia, a violência da mudança revolucionária?” (David M. Fetterman, “Review of The Politics of Education”, American Anthropologist, Março 1986.)
“[No livro de Freire] não chegamos nem perto dos tais oprimidos. Quem são eles? A definição de Freire parece ser ‘qualquer um que não seja um opressor’. Vagueza, redundâncias, tautologias, repetições sem fim provocam o tédio, não a ação.” (Rozanne Knudson, Resenha da Pedagogy of the Oppressed; Library Journal, Abril, 1971.)
“A ‘conscientização’ é um projeto de indivíduos de classe alta dirigido à população de classe baixa. Somada a essa arrogância vem a irritação recorrente com ‘aquelas pessoas’ que teimosamente recusam a salvação tão benevolentemente oferecida: ‘Como podem ser tão cegas?’” (Peter L. Berger, Pyramids of Sacrifice, Basic Books, 1974.)
“Alguns vêem a ‘conscientização’ quase como uma nova religião e Paulo Freire como o seu sumo sacerdote. Outros a vêem como puro vazio e Paulo Freire como o principal saco de vento.” (David Millwood, “Conscientization and What It's All About”, New Internationalist, Junho de 1974.)
“A Pedagogia do Oprimido não ajuda a entender nem as revoluções nem a educação em geral.” (Wayne J. Urban, “Comments on Paulo Freire”, comunicação apresentada à American Educational Studies Associationem Chicago, 23 de Fevereiro de 1972.)
“Sua aparente inabilidade de dar um passo atrás e deixar o estudante vivenciar a intuição crítica nos seus próprios termos reduziu Freire ao papel de um guru ideológico flutuando acima da prática.” (Rolland G. Paulston, “Ways of Seeing Education and Social Change in Latin America”, Latin American Research Review.Vol. 27, No. 3, 1992.)
“Algumas pessoas que trabalharam com Freire estão começando a compreender que os métodos dele tornam possível ser crítico a respeito de tudo, menos desses métodos mesmos.” (Bruce O. Boston, “Paulo Freire”, em Stanley Grabowski, ed., Paulo Freire, Syracuse University Publications in Continuing Education, 1972.)
Outros julgamentos do mesmo teor encontram-se na página de John Ohliger, um dos muitos devotos desiludidos (http://www.bmartin.cc/dissent/documents/Facundo/Ohliger1.html#I).
Não há ali uma única crítica assinada por direitista ou por pessoa alheia às práticas de Freire. Só julgamentos de quem concedeu anos de vida a seguir os ensinamentos da criatura, e viu com seus própios olhos que a pedagogia do oprimido não passava, no fim das contas, de uma opressão da pedagogia.
Não digo isso para criticar a nomeação póstuma desse personagem como “Patrono da Educação Nacional”. Ao contrário: aprovo e aplaudo calorosamente a medida. Ninguém melhor que Paulo Freire pode representar o espírito da educação petista, que deu aos nossos estudantes os últimos lugares nos testes internacionais, tirou nossas universidades da lista das melhores do mundo e reduziu para um tiquinho de nada o número de citações de trabalhos acadêmicos brasileiros em revistas científicas internacionais. Quem poderia ser contra uma decisão tão coerente com as tradições pedagógicas do partido que nos governa? Sugiro até que a cerimônia de homenagem seja presidida pelo ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, aquele que escrevia “cabeçário” em vez de “cabeçalho”, e tenha como mestre de cerimônias o principal teórico do Partido dos Trabalhadores, dr. Emir Sader, que escreve “Getúlio” com LH. A não ser que prefiram chamar logo, para alguma dessas funções, a própria presidenta Dilma Rousseff, aquela que não conseguia lembrar o título do livro que tanto a havia impressionado na semana anterior, ou o ex-presidente Lula, que não lia livros porque lhe davam dor de cabeça.

Publicado no Diário do Comércio.
ESCRITO POR OLAVO DE CARVALHO | 19 ABRIL 2012
ARTIGOS - EDUCAÇÃO
 
bjssssssssssssssss

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Verdade da vida...







Convencida eu?

                Não de forma alguma , sou só ......

                                             ciente de Minha capacidade!!!


bjssssssssssssssssssss

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O filho nosso de cada dia...





Hoje ia passar sem postar de novo....
Feriado em Bauru e eu acabada aqui rrsrs .Acho interessante o dia que não trabalho fora me canso o dobro, a jornada em casa parece nunca terminar, além de não ser remunerada.... e isso é um crime , mulher que trabalha em casa , a famosa ''do lar'' deveria receber um salário , ao menos um...
Mas o assunto hoje é outro.
No começo da noite eu assistia tv com minha mãe que é fã do Datena , então o programa na sala era.... Brasil Urgente rsrrs,vi uma reportagem que me chamou a atenção.
Um dentista passou me parece 4 horas sob a mira de um revolver  no banco traseiro de seu próprio carro , enquanto a quadrilha torrrava seus cartões de créditos. E o que mais me chamou a atenção foi o detalhe dado, são jovens universitários que formam quadrilhas para roubar, e depois se divertir com caros uisks e drogas.
Quando ouvi o disparate , ou seja a notícia, fiquei pensando, como pode?
Você lutar para passar em um vestibular, para isso? Para se tornar um marginal culto? Bem nem culto pode ser , porque caso fosse a atitude seria outra.
E o locutor do programa fez uma feliz colocação , ele dizia que hoje os marginais moram em condomínios fechados de classe alta ....para despistar a polícia.
Moro em uma cidade pequena ondes todo mundo se conhece , aqui o índice de criminalidade é bem baixo , então minha realidade é outra.Mas estou até agora me perguntando me questionando e não consigo chegar a uma resposta.
Quem são as pessoas que entram nas faculdades hoje?O que será de cada um de nós amanhã , quando precisarmos de profissional desse gabarito?Que tipo  de  médico, dentista, engenheiro, psicólogo  estão sendo formados? Qual o tipo de educação que os pais estão dando dentro de casa? 
Será que não chegou o momento de cada um repensar nas suas atitudes? Na forma de como cada um está estruturando uma família?
Eu sinceramente não sei o que dizer , pensar ou escrever diante de um fato como esse.Mas sei que se não formos buscar dentro de nossas famílias solidificadas  a solução para fatos como esses , estaremos muito próximos dos tempos onde o marginal andará a solta e nós presos dentro de nossas casas, temendo pelos nossos....
E minha indignação não pelo fato da vitima ser um colega de profissão, mas pelo fato de serem pessoas que deveriam estar lutando para terem um título, uma profissão.
Qual o tipo de caráter que esta sendo jogado dentro das salas de aula das universidades do país?
Mas tem uma coisa que sei e que da tempo de fazer, olhe com quem anda seu filho , veja os relacionamentos dele , esteja do lado dele , ampare, seja presente, pois só assim vamos poder reverter  o processo de formação de monstros  ao inves de filhos amados e queridos que todos sonhamos em um dia ter.
Ontem em uma reunião com  minha superiora , falavamos de uma pessoa e eu disse -'Imagine ele é bom! Minha superiora disse - 'Aprenda que todos nascem bons'.
E essa é uma grande verdade, todos nascem bons.....




bjssssssssssssssssssss